O ensaio autobiográfico de Manuel Bandeira: itinerários para uma poética

Joana MUYLAERT
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RESUMO: Em várias passagens de sua prosa e poesia, Manuel Bandeira ressaltou a sua obra como ruína do que poderia ter sido e não foi. Em Itinerário de Pasárgada (1954) escreve que «o elemento humilde» presente em sua poesia não resultou de qualquer projeto modernista, mas «muito simplesmente, do ambiente do morro do Curvelo». Cotidiano e tradição poética entrelaçam-se formando o húmus da poesia de Bandeira, que cantou em «Epígrafe», poema primeiro de Cinza das horas (1917) «esta pouca cinza fria» que ficou, escrita nas entrelinhas da leitura e da vida. Em linhas gerais, o centro da reflexão que proponho …
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03/2016

UNIVERSIDAD DE SALAMANCA

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